E o que fazer nos momentos difíceis da vida?

Todos nós vivenciamos momentos difíceis da vida. Isso é um fato. A nossa experiência aqui neste planeta nos proporciona momentos de muita beleza e alegria e momentos de “Meu Deus do Céu, que que é isso que está rolando? Que parada é essa?”. E quando estes momentos ” sem palavras para descrever” acontecem, como dar conta de passar os dias? Como encontrar as alternativas? Como abrir mão da saída que desejamos mesmo que tenhamos as melhores intenções?

O que posso dizer são algumas poucas conclusões que cheguei sobre este assunto com base nas minhas experiências e estudos e também tomando como base as experiências que amigos, familiares, clientes, alunos vivenciaram e compartilharam comigo.

A real é que mesmo diante dos momentos de “Sério, que não é uma pegadinha? “, a vida está aqui. Acordamos, respiramos, o corpo tem demandas, trabalhamos … E nestes momentos é muito confuso escutar aquelas opiniões de que tudo tem uma razão de ser. Será que tem? Segundo uma pessoa que acredito que sabe de muitas coisas do mistério da vida, tudo, tudo, literalmente tudo que nos acontece é para o nosso aprendizado. Dureza dar conta deste entendimento quando a vida te balança, sacode, você cai, levanta, se apruma e cai de novo.

Nestas encruzilhadas da vida, não conseguimos ver com clareza, especialmente se o dilema envolve questões de saúde. Muitas vezes nos perdemos nos estados emocionais e não nos posicionamos com discernimento. Nos deixamos levar pelo que achamos que está acontecendo, pela história que alimentamos a nossa mente. É preciso estar atento e forte. Mais do que nunca é nestas situações que é possível verificar a importância dos valores e regras individuais bem alinhados.

Uma das formas que encontro para atravessar momentos Tsunamis, é manter os sinais vitais da minha vida. Que sinais são esses? Como isso funciona? Esses sinais nada mais são do que momentos em que conecto comigo mesma, rezo, agradeço, choro, escrevo e procuro mais fundo em mim aquela notícia de coragem, ( sim, notícia de coragem, porque no caso, coragem mesmo, aquela grandona, nem sempre está disponível) e um alento de esperança. Cada um tem uma forma de fazer esse movimento de respiro interno. Para mim, preciso silenciar, tomar um sol, choro, leio alguma coisa inspiradora, converso com alguém que confio ( muitas vezes comigo mesma), movimento o corpo e dou uns abraços e cheiros nos meus filhos. Uma outra coisa que geralmente me ajuda muito é a certeza que estou sempre dando o meu melhor e caminho com verdade e coerência. E isto está conectado aos meus princípios guias. Você sabe quais princípios guiam sua vida? Isso faz uma super diferença na forma como encaramos estes “Zabriskie Points” da vida.

Aprendi sobre “Zabriskie Points” há poucos dias. Quem me contou sobre eles foi meu irmão que está vivendo um destes momentos. Um impasse na existência. E o que fazer quando nos damos conta disso tudo? E como continuar vivendo com esperança?

A questão é que devemos fazer o melhor das nossas vidas sempre, porque neste contexto que cada um está, neste corpo que cada um tem, só vivenciaremos está vez. A vida é uma só.

com amor, gratidão e confiança,

Dani.

0 visualização
Inscreva-se para receber conteúdos e novidades!