Levo o que vale do viver

Os últimos 3 anos da minha vida têm sido de grandes transformações. Na verdade, essas transformações começaram a vir com força aos 30. Mês que vem completarei 37 anos e mesmo com os cabelos brancos e rugas que estão chegando, estou cada vez mais feliz de SER quem Sou. Justamente por ter passado por grandes mudanças e estar cada vez mais consciente da minha existência aqui neste planeta, resolvi compartilhar com vocês um tanto de tudo que tenho aprendido, além de ferramentas e livros que me auxiliam e me inspiram e muito conteúdo de apoio e suporte para viver uma vida mais organizada, produtiva, verdadeira, presente e cheia de amor.

Estas mudanças todas que foram me acontecendo vieram de todos os lados. Filhos, casamento, separação, empreendimentos, fracassos, desafios sem medidas e que não tinham soluções muito práticas, mas que com muito esforço, autoconhecimento, paciência, criatividade, terapias, disciplina e suporte, fé e amor, foram se ajeitando.

Nem tudo aconteceu como eu gostaria. Tive que desapegar e confiar. E realmente quando decidi enfrentar momentos como estes com uma postura de aprendiz e com certa flexibilidade, acabei entregue aos processos e a cada desafio superado já não estava mais no mesmo lugar. Inclusive, aproveitava para ir me desenvolvendo, algo como uma self education. Já que eu gostava tanto de escolas, resolvi encarar as “paradas brutas” como lições a serem tomadas. E como a reação dependia de mim, entendi que a responsabilidade ou pelo menos metade da responsabilidade de tudo que estava rolando era minha mesma. Como uma boa aluna, me aprumei, ajustei meu olhar, pensamentos e com a coragem de um lado e a fé do outro, fui lidando com tudo que ia surgindo.

Nestas travessias precisei acalmar meu coração, aprender que as coisas não acontecem no meu tempo e nem tudo vai de acordo com o meu querer (chorei um monte – sou canceriana). Tive que pegar a minha vítima de jeito e abrir espaço para a tal auto responsabilidade. Vixi, quando parei para analisar o caminho que eu estava seguindo, cai bonito… daí até levantar muiiitttas coisas rolaram. Felizmente, com muita determinação, saí do outro lado mais forte, confiante, segura e pronta para outra.

De onde eu tirei força para caminhar? Acredito que chega uma hora em que temos que dar o passo sem saber aonde estamos pisando e isso para mim, se chama Fé na VIDA. Horas, se eu que quando era criança, tive uma doença horrível, quase morri mas sobrevivi, sem sequelas e nada mais, certamente eu tenho muitas coisas para realizar e viver.

Depois de muitos mergulhos na sombra que existe em mim, no meu eu inferior, na minha negatividade, no meu “mimimi” interno, consigo estar mais presente, menos desesperada e mais preparada para enfrentar as diversas situações que surgem na vida. Inclusive, percebi que também tinha medo de viver e dar o devido valor as coisas boas que também rolavam comigo. Já pensou? Tinha um monte de crenças sobre o merecimento de tantas bênçãos.

Era só o que faltava, né? Com tanta coisa incrível neste mundo de meu Deus eu não podia ficar de conversa fiada nesta vida. Eu tô aqui para viver tudo que eu tiver que viver. Sou filha do Pai criador e vou honrar este presente. Estou dando o melhor de mim todos os dias.

Como diz o Lenine: eu envergo mas não quebro. E ainda inspirada por este cara gente fina (amo ele e suas músicas) …

“Não deixo a vida me levar Levo o que vale do viver Um sorriso pleno, um amor sereno E tudo o que o tempo me der A vida é pra se louvar Pra se louvar a vida é Vem o que vier, vale o que valer Vale o que valer, vem o que vier Um caminho raro, um coração claro Por todo o tempo que houver Levar, valer, louvar, haver Viver se houver valor a vida”

Com coragem e amor,

Dani.

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